segunda-feira, 13 de maio de 2013

PLANO DE AULA


ATIVIDADE

A relação Numeral / Quantidade

EIXO TEMÁTICO: “Número e Sistemas de Numeração”

  1. JUSTIFICATIVA:

O ato de contar, realizado pelas crianças, tem seu significado modificado de acordo com o contexto e o desenvolvimento da compreensão que adquirem sobre o número.
Para que a contagem não ocorra de forma mecânica, é necessário que as crianças entendam o sentido do que estão fazendo.
Intervenções didáticas a partir da contagem de objetos colaboram para desenvolver o sentido de cardinalidade.

  1. OBJETIVO
- Associar o numeral à quantidade correspondente.
- Desenvolver o conceito de ordinalidade.

  1. FAIXA ETÁRIA PARA APLICAÇÃO DA ATIVIDADE
Crianças de 4 a 5 anos

  1. RECURSOS
  • Papel cartão;
  • Tesoura;
  • Lápis de cor;

  1. PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS

5.1 Preparação:

O professor deve preparar previamente as cartas contendo os numerais de 1 a 9, bem como as que contenham a quantidade de figuras correspondente, em o suficiente para a classe trabalhar em grupos de 04 alunos.

5.2 Desenvolvimento
Em sala de aula o professor deve distribuir as cartas para a classe, dividida em grupos de quatro alunos, e pedir primeiramente para eles encontrem os “pares” (Numeral/Quantidade).
Em seguida, os grupos devem ordenar os pares, do menor para o maior, desenvolvendo o conceito de cardinalidade.
Num outro momento, essas cartas poderão ser novamente utilizadas para o “Jogo da Memória”, contribuindo de maneira mais lúdica para este desenvolvimento. Nesta ocasião, a sala pode ser dividida em grupos novamente, e o professor deve explicar as regras do jogo:
    • Todas as cartas devem estar viradas para baixo;
    • Um jogador de cada vez deverá virar duas cartas, se elas formarem um par, o jogador fica com ele e ganha o direito a mais uma jogada;
    • Se as cartas viradas não formarem um par, devem ser colocadas na mesma posição;
    • Ao término do jogo, conta-se os pares que cada jogador formou, quem conseguiu mais pares ganha o jogo.

  1. AVALIAÇÃO
Acontecerá durante todo o processo. Na observação se os alunos estão relacionando corretamente os numerais com suas respectivas quantidades. E se internalizaram o conceito de ordinalidade, sendo capazes de ordenar os números de forma crescente.

  1. BIBLIOGRAFIA

Brasil, Ministério da Educação e do Desporto, Secretária da Educação Fundamental, Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF

LORENZATTO, Sérgio, Educação Infantil e percepção matemática. 2ed. rev. e ampliada. Campinas, SP. Autores Associados.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

ANÁLISE sobre as apresentações dos grupos sobre o livro “O bom professor e sua prática”


 Pedagogos Aventureiros
- Atingiu os objetivos – Poderiam ter expressado mais claramente a opinião do grupo. Parcialmente, pois deveriam ter colocado melhor a opinião do grupo.
- Pontos positivos – Trouxe opiniões muito interessantes e diferentes, o que é muito interessante.
- Pontos negativos – Conversas paralelas entre os próprios apresentadores, enquanto um deles apresentava. Faltou uma síntese, que representasse a opinião do grupo. Não deu para identificar a proposta pedagógica que estavam utilizando para apresentar.

União
- Atingiu os objetivos – Ficamos sem conhecer a real opinião do grupo.
- Pontos positivos – Utilizaram um programa muito bom para a apresentação. Responderam muito bem as perguntas da sala.
- Pontos negativos – Trouxe pouca opinião do grupo. Faltou apresentar utilizando alguma proposta pedagógica das apresentadas no texto da Adriana

Pedagogia em ação
- Atingiu os objetivos – Colocaram a opinião do grupo em relação ao livro de forma clara.
- Pontos positivos – Atingiram os objetivos de forma muito criativa. E conseguiram sintetizar também em palavras a relação com o texto.
- Pontos negativos – Faltou o nome do grupo.

Meninas na mudança do aprender
- Atingiu os objetivos – Faltou colocar a opinião do grupo em relação ao que é ser um bom professor.
- Pontos positivos – Trouxe uma música com uma mensagem muito bonita. Além de buscar opiniões de pessoas diferentes.
- Pontos negativos – Não explicitaram a abordagem que utilizaram para apresentar. Não conseguiram apresentar sem o vídeo.

Práxicas
- Atingiu os objetivos – Apresentaram a opinião do grupo sobre um bom professor.
- Pontos positivos – Conseguiram passar a mensagem que queriam. De forma dinâmica conseguiu interagir com toda a sala.
- Pontos negativos – Não relacionaram com o livro.

Touch down
- Atingiu os objetivos – Colocaram a opinião do grupo de forma muito criativa.
- Pontos positivos – Apresentaram de forma muito criativa. A adaptação da letra, a ambientação, a música estavam fantásticos. Conseguiram toda a atenção da sala.
- Pontos negativos – Faltou o nome do grupo.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

PLANO DE EQUIPE III - 29/04/2013


                                                                                  

             Plano de Equipe III


Equipe: Mira – Maneira Inteligente de Revolucionar a Aprendizagem      Curso: Pedagogia Ano acadêmico: 2013 Período: 1.º Semestre


Nome
Responsabilidade dentro da Equipe
Fátima Aparecida Marcílio Rodrigues
Articuladora
Fernanda Santos Caló
Organizadora
Lara Mucheroni Bottura
Secretária
Laura Meira Garcia
Coordenadora


Objetivos da Equipe de conteúdo
Nota
Redigir o plano de equipe


Ler sobre técnicas de ensino


Pesquisar na internet planos de aula para cada técnica




Objetivos Pessoais
Nome e Assinatura
Nota
Conseguir ler o texto na íntegra e entendê-lo.
Fátima



Compreender o texto e internalizar o conteúdo.
Fernanda



Concentrar-me na atividade que estou realizando no momento.
Lara



Conseguir ler o texto na íntegra na aula.
Laura





Nota final:

Data: 29/04/2013
Assinatura do professor:


segunda-feira, 29 de abril de 2013

SÍNTESE - "O Bom Professor"







          Apresentamos para toda a classe, no dia 22 de abril, nossa reflexão sobre o livro “O bom professor” de Maria Isabel da Cunha. O livro trata sobre as qualidades determinantes no desempenho do bom professor, e buscamos mostrar a classe, a relação entre o que a autora diz e a opinião do nosso grupo sobre o assunto.
         Para exemplificar a conduta do bom professor, mostramos o vídeo do programa educativo “O mundo de Beckman”, episódio 16 - Termodinâmica (http://www.youtube.com/watch?v=pfHt5-pU8og).
         Assim como Cunha traz em seu livro, no vídeo, o professor Beckman ama o que está ensinando, age com bom humor e está engajado naquilo que está explicando.  Ele domina o conteúdo e mostra a importância dele para a vida.
         Os alunos pesquisados por Cunha defendiam o uso de uma linguagem simples e objetiva para a explicação, e pudemos observar que Beckman assim o faz.
         O apresentador iniciou sua explicação a partir da pergunta de um telespectador adentrando assim no universo dos alunos. Ele relaciona o conhecimento com a vida prática - traz exemplos muito bons e criativos para explicar os conceitos da física, apoia-se em vídeos, imagens e experiências práticas deixando a explicação mais concreta. Qualidade também explicitada por Cunha - os professores que acham importante a atuação prática em sua área, para trazerem exemplos mais contextualizados aos alunos.
        Outra característica muito importante de Beckman é a linha de raciocínio lógica e clara no desenrolar da explicação, possibilitando aos alunos que o acompanhem e o compreendam facilmente.
        Outras características que achamos de suma importância, que dizem respeito ao aluno, mas não apareceram no vídeo são:
        A relação professor-aluno deve ser humana e de respeito mútuo. O professor precisa gostar dos alunos e conhecer bem cada um – o que também é revelado por Cunha -, suas limitações e suas necessidades, incentivando-os para a aprendizagem. O professor não pode se esquecer de que ele é o guia dos alunos e seu principal objetivo é trazer conhecimento para eles, Cunha traz isso quando revela que os alunos acham que os bons professores não são os “bonzinhos”,mas sim aqueles que exigem esforços dos alunos para aprenderem.
         Para realizar a apresentação, escolhemos a tendência pedagógica tradicional baseando-nos no texto “Bases teóricas da educação” de Adriana Josefa Ferreira Chaves. A escolha desta foi uma crítica à mesma, pois é o modelo de ensino do qual discordamos, e gostaríamos que contrastasse com as ideias de bom professor que estávamos apresentando.

                                                    Termodinâmica - O mundo de Beakman
                                          http://www.youtube.com/watch?v=pfHt5-pU8og

domingo, 28 de abril de 2013

PLANO DE EQUIPE II - 15/04/2013






Plano de Equipe  II    
          
Equipe: Mira – Maneira Inteligente de Revolucionar a Aprendizagem      Curso: Pedagogia Ano acadêmico: 2013 Período: 1.º Semestre

Nome
Responsabilidade dentro da Equipe
Fátima Aparecida Marcílio Rodrigues
Articuladora
Fernanda Santos Caló
Ausente
Lara Mucheroni Bottura
Secretária
Laura Meira Garcia
Coordenadora


Objetivos da Equipe de conteúdo
Nota
Redigir o plano de equipe


Expressar as opiniões pessoais sobre o que é ser um bom professor.


Sintetizar as opiniões de forma livre utilizando uma concepção pedagógica para a apresentar ao grupo.


Redigir o plano de aula.




Objetivos Pessoais
Nome e Assinatura
Nota
Realizar as atividades com qualidade.
Fátima



Ausente
Fernanda



Tirar a essência que existe em comum de todas as opiniões individuais e uni-las em uma só.
Lara



Ser objetiva para que seja possível a conclusão de todas as tarefas propostas para hoje
Laura





Nota final:

Data: 15/04/2013
Assinatura do professor:




segunda-feira, 1 de abril de 2013

CONCLUSÃO - Texto CANDAU


O que texto tem a ver com a realidade que vivemos em sala de aula?

A conclusão aqui apresentada relacionará as ideias do texto com a vivência na disciplina “Prática de Ensino: A didática na Práxis Pedagógica”.
Dentre todas as formas de relação teoria-prática apresentadas no texto, a que buscamos trabalhar nessa disciplina é a de unidade. Isso implica no desenvolvimento das seguintes habilidades no aluno: visão crítica da educação e do seu papel na sociedade, comprometimento com o trabalho educativo para sua autoeducação, através do trabalho em unidade da teoria e da prática.
A formação da visão crítica, que norteará nossa futura prática, ocorre através da análise sobre a prática de ensino. Acreditamos que as outras disciplinas estejam trabalhando profundamente para a construção da criticidade nos outros âmbitos – social, histórico, cultural.
O ponto central apresentado pela autora é a autoeducação. É através do comprometimento com sua autoeducação que o educador vai se formando. E isso é promovido na aprendizagem cooperativa, pois essa exige constante auto avaliação por parte dos integrantes. E também é favorecido pelo trabalho em grupo, uma vez que a equipe acentua a necessidade do comprometimento individual na aprendizagem.
Em relação à unidade teoria e prática gostaríamos de ressaltar que, o progresso do pensamento humano se dá a partir das necessidades práticas que este encontra em seu caminho. “... a prática é a fonte da teoria da qual se nutre como objeto de conhecimento, interpretação e transformação.” (Candau, p. 63). Portanto, a prática deve ser o ponto de partida e o ponto de chegada dessa relação, e a teoria tem o poder de orientá-la para que possa transformar a realidade existente. Gostaríamos de exemplificar com a realização dessa atividade: Partimos da prática (o método de aprendizagem cooperativa), e em seguida deveríamos realizar a leitura desse texto, de cunho teórico, para então relacioná-lo com a vivência em sala de aula. Finalizando com o retorno à prática, isso nos auxiliará em um melhor direcionamento no realizar das atividades. Além de que, possuiremos uma visão mais crítica desse conteúdo, podendo contribuir para que a nova proposta seja cumprida.